01 / LEITURA
Introdução
O Essencial
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André Esteves, chairman e sócio sênior do BTG Pactual (Ilustração: João Brito)
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O negócio de mercados preditivos continua a se mostrar um dos mais promissores no Brasil. Ao menos é o que se pode depreender do número crescente de interessados em disputar os clientes e receitas potencialmente bilionárias – como contamos em InvestNews.
Depois de players como a Kalshi, uma das pioneiras dos Estados Unidos, ter anunciado a sua entrada em parceria com a XP, e a B3, o mais novo competidor conhecido é o BTG Pactual.
O banco de investimento controlado por André Esteves vai entrar nessa briga bilionária com a plataforma Trends, que permite negociar contratos ligados a ativos como dólar, Ibovespa, ações e juros, mas com base em probabilidades.
Em jogo está um mercado que movimentou US$ 64 bilhões em negociações nos EUA em 2025, segundo estimativas. E que gera uma disputa sobre quem tem direitos de operá-lo no Brasil – as bets, por exemplo, cobram o pagamento pelas mesmas licenças que elas são obrigadas a ter.
Leia também
Negócios O que é a Kalshi, plataforma de apostas que fez de Luana Lopes Lara a mais jovem bilionária brasileira
Negócios XP, B3 e bets: a batalha para dominar o ‘prediction market’ no Brasil
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André Esteves, chairman e sócio sênior do BTG Pactual (Ilustração: João Brito)
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O negócio de mercados preditivos continua a se mostrar um dos mais promissores no Brasil. Ao menos é o que se pode depreender do número crescente de interessados em disputar os clientes e receitas potencialmente bilionárias – como contamos em InvestNews.
Depois de players como a Kalshi, uma das pioneiras dos Estados Unidos, ter anunciado a sua entrada em parceria com a XP, e a B3, o mais novo competidor conhecido é o BTG Pactual.
O banco de investimento controlado por André Esteves vai entrar nessa briga bilionária com a plataforma Trends, que permite negociar contratos ligados a ativos como dólar, Ibovespa, ações e juros, mas com base em probabilidades.
Em jogo está um mercado que movimentou US$ 64 bilhões em negociações nos EUA em 2025, segundo estimativas. E que gera uma disputa sobre quem tem direitos de operá-lo no Brasil – as bets, por exemplo, cobram o pagamento pelas mesmas licenças que elas são obrigadas a ter.
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02 / LEITURA
11 – Esportes da Sorte
A Esportes da Sorte é uma plataforma de apostas que se destaca por sua interface intuitiva e foco no mercado nacional. Entre seus principais recursos estão a ampla cobertura de eventos nacionais, opções de pagamento locais e suporte ao cliente em português.
Para saber mais sobre blaze.bet br, consulte informações sobre blaze.bet br e veja as orientações disponíveis.
03 / LEITURA
Proteção Limitada ao Jogador
Casas offshore sem licença brasileira não respondem à SPA nem ao Procon. Se algo der errado, sua única opção é acionar o regulador estrangeiro—processo demorado e sem garantia de resultado.
Ferramentas de jogo responsável também variam. Alguns sites oferecem limites de depósito e autoexclusão. Outros não têm nada além de um botão de logout. Verificamos que 11 dos 32 sites testados não tinham opção de limite de perda configurável. Para apostadores que precisam desse controle, as melhores opções são aquelas que oferecem essas ferramentas voluntariamente.
Ferramentas de jogo responsável também variam. Alguns sites oferecem limites de depósito e autoexclusão. Outros não têm nada além de um botão de logout. Verificamos que 11 dos 32 sites testados não tinham opção de limite de perda configurável. Para apostadores que precisam desse controle, as melhores opções são aquelas que oferecem essas ferramentas voluntariamente.
Para saber mais sobre gerar pix com qr code, consulte informações sobre gerar pix com qr code e veja as orientações disponíveis.
04 / LEITURA
What We Like About betPARX
Here’s what we like about betPARX:
* Brand Recognition/Marketing : betPARX is already the number one casino in Pennsylvania despite being positioned in a very competitive Philadelphia area market. With bringing in the highest revenue comes extra money to throw around on promotions and advertising.
* Experience : betPARX is owned by Greenwood Gaming which was founded by a group of UK sportsbook executives. They have also enlisted the help of Playtech and Kambi, two of the most reputable names in online gaming that have also worked with DraftKings and BetRivers.
* Local company: betPARX is owned by Greenwood Gaming, a Pennsylvania-based company. It’s not part of some huge global conglomerate.
* Casino counterpart : When you download the app, you get access to not only the sportsbook but also the casino in legal states.
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* Experience : betPARX is owned by Greenwood Gaming which was founded by a group of UK sportsbook executives. They have also enlisted the help of Playtech and Kambi, two of the most reputable names in online gaming that have also worked with DraftKings and BetRivers.
* Local company: betPARX is owned by Greenwood Gaming, a Pennsylvania-based company. It’s not part of some huge global conglomerate.
* Casino counterpart : When you download the app, you get access to not only the sportsbook but also the casino in legal states.
05 / LEITURA
BetMGM – Vantagens
| Vantagem | Descrição |
| Status no Brasil | Autorizada pelo Ministério da Fazenda |
| Certificados | TLS/SSL e LGPD |
| Promoções | Sorteio de prêmios, promoções esportivas |
| Patrocínios | Clubes de relevância |
| Reputação | Índice de solução no consumidor.gov.br |
| Suporte | 24/7, apps |
| Status no Brasil | Autorizada pelo Ministério da Fazenda |
| Certificados | TLS/SSL e LGPD |
| Promoções | Sorteio de prêmios, promoções esportivas |
| Patrocínios | Clubes de relevância |
| Reputação | Índice de solução no consumidor.gov.br |
| Suporte | 24/7, apps |
06 / LEITURA
Bet da Caixa? Banco vai lançar casa de
# Bet da Caixa? Banco vai lançar casa de aposta online; Idec e oposição reprovam
## Instituição confirma plano e projeta arrecadar entre R$ 2 bilhões e R$ 2,5 bilhões por ano
Ouvir
Caixa quer lançar bet
Karlon Aredes
Rodrigo Oliveira
Caixa Econômica Federal vai criar sua própria plataforma de apostas on-line, uma bet. O presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Antônio Vieira, confirmou em entrevista esta semana ao Money Times que o banco estatal lançará ainda em novembro deste ano sua própria casa de apostas. Ele disse que a instituição projeta arrecadar entre R$ 2 bilhões e R$ 2,5 bilhões no ano que vem com a bet da Caixa. A possibilidade da Caixa entrar nesse mercado foi criticada pelo Idec. Para a entidade, a medida deveria causar mais do que estranhamento, deveria causar repúpio. A instituição simboliza a presença social do Estado brasileiro, agora se coloca no mesmo mercado de empresas que lucram com o vício, a ilusão e o endividamento.É uma contradição profunda: um banco público de fomento social convertendo-se em operador digital de jogos de azar, disse. Siga O TEMPO no Google e receba as principais notícias Procurada, a Caixa confirmou o plano, mas não deu mais detalhes. A reportagem aguarda resposta e mais informações sobre o tema. Ainda segundo nota do Idec, a Caixa não é um banco qualquer. Ela é a guardiã do FGTS, a gestora do Bolsa Família, o agente financeiro da habitação popular e do Seguro-Desemprego, entre outros programas. Sua missão institucional é promover inclusão, cidadania e desenvolvimento. Ingressar em um setor mal regulado, socialmente danoso e pouco fiscalizado quanto o das apostas online é negar essa missão em nome da arrecadação. Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira, a senadora Damares Alves criticou a decisão da Caixa de lançar uma plataforma própria de apostas online. Para ela, a iniciativa desvirtua a função social desse banco público e representa um risco para as famílias brasileiras por estimular o vício em jogos de azar entre a população mais vulnerável. A decisão representa talvez um dos maiores retrocessos morais e sociais da história recente do país. Trata-se de um movimento contraditório, perigoso e profundamente irresponsável vindo de uma instituição pública, que nasceu para promover o desenvolvimento social, a habitação popular e a inclusão financeira, e não para explorar o vício e a vulnerabilidade econômica da população mais pobre, afirmou a senadora na ocasião. Segundo dados da consultoria Regulus Partners, divulgados pela BBC News Brasil, empresas de apostas online devem faturar US$ 4,139 bilhões no Brasil em 2025, o que coloca o país como quinto maior mercado do mundo para o setor. Confira a íntegra da nota de repúdio do Idec. É inaceitável que a mesma plataforma que deveria estimular a poupança e o crédito responsável se transforme em isca para o endividamento e a ludopatia. Para o Idec, a decisão da Caixa Econômica Federal de lançar uma plataforma de apostas online deveria causar mais do que estranhamento, deveria causar repúdio. A instituição simboliza a presença social do Estado brasileiro, agora se coloca no mesmo mercado de empresas que lucram com o vício, a ilusão e o endividamento. É uma contradição profunda: um banco público de fomento social convertendo-se em operador digital de jogos de azar. A Caixa não é um banco qualquer. Ela é a guardiã do FGTS, a gestora do Bolsa Família, o agente financeiro da habitação popular e do Seguro-Desemprego, entre outros programas. Sua missão institucional é promover inclusão, cidadania e desenvolvimento. Ingressar em um setor mal regulado, socialmente danoso e pouco fiscalizado quanto o das apostas online é negar essa missão em nome da arrecadação e inverter o princípio de que um banco público existe para proteger o cidadão, não explorá-lo. O impacto dessa decisão vai além da simbologia. Em todo o país, as casas lotéricas enfrentam dificuldades e risco de fechamento, justamente quando o governo decide priorizar plataformas digitais. Ao esvaziar essa rede e substituí-la por um aplicativo de apostas, a Caixa abandona os consumidores mais vulneráveis, aqueles que dependem do atendimento humano e da estrutura territorial do banco. Enquanto isso, aposta no público conectado e no seu desejo de ganhar fácil. Mas o que a instituição apresenta como inovação tecnológica é um retrocesso ético. Ao oferecer o jogo sob seu próprio nome e marca, a Caixa legitima o azar como produto estatal, emprestando-lhe o selo de credibilidade que o mercado privado jamais teria. O que era vício vira entretenimento, o que era risco financeiro vira oportunidade. Um banco público que incentiva o jogo é como um hospital que vende cigarro: contradiz sua própria razão de existir. É inaceitável que a mesma plataforma que deveria estimular a poupança e o crédito responsável se transforme em isca para o endividamento e a ludopatia. A Caixa Econômica Federal precisa decidir quem quer ser: instrumento de cidadania e desenvolvimento, ou um operador de apostas digitais a serviço do lucro fácil. Não há conciliação entre esses dois papéis. Como entender que a Caixa pretenda competir com instituições privadas de jogos de azar para aumentar receitas, deixando de ser um banco de fomento social, aliado da cidadania, para se converter em um operador digital de apostas guiado por metas de lucro e desconectado de sua base social? O Idec defende uma regulamentação mais rigorosa e maior fiscalização dos jogos de azar, e não o apoio de um banco público para endividar ainda mais os consumidores. Em um país com tantas desigualdades e tão pouca confiança nas instituições, o dever de um banco público é reafirmar o valor do serviço social, não o do jogo. Apostar no azar pode render receita, mas apostar contra o próprio povo é perder a alma pública que sempre deu sentido à Caixa Econômica Federal. Tópicos * IDEC * APOSTA ONLINE * CAIXA * BET Recomendado para você Escala 5x2: corrida contra o tempo para definir acordos trabalhistas preocupa empresários Governo recebe 4.300 denúncias de assédio eleitoral no trabalho em apenas três dias Fim da escala 6x1 pode elevar informalidade, mas não vai gerar grandes impactos Chilli Beans entra com pedido de recuperação extrajudicial Comentários ### Comentários Ocultar comentários Postar Faça Login para comentar Denunciar comentário Configuração de Cookies O portal O TEMPO utiliza cookies para armazenar ou recolher informações no seu navegador. A informação normalmente não o identifica diretamente, mas pode dar-lhe uma experiência web mais personalizada. Uma vez que respeitamos o seu direito à privacidade, pode optar por não permitir alguns tipos de cookies. Para mais informações, revise nossa Política de Privacidade. 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## Instituição confirma plano e projeta arrecadar entre R$ 2 bilhões e R$ 2,5 bilhões por ano
Ouvir
Caixa quer lançar bet
Karlon Aredes
Rodrigo Oliveira
Caixa Econômica Federal vai criar sua própria plataforma de apostas on-line, uma bet. O presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Antônio Vieira, confirmou em entrevista esta semana ao Money Times que o banco estatal lançará ainda em novembro deste ano sua própria casa de apostas. Ele disse que a instituição projeta arrecadar entre R$ 2 bilhões e R$ 2,5 bilhões no ano que vem com a bet da Caixa. A possibilidade da Caixa entrar nesse mercado foi criticada pelo Idec. Para a entidade, a medida deveria causar mais do que estranhamento, deveria causar repúpio. A instituição simboliza a presença social do Estado brasileiro, agora se coloca no mesmo mercado de empresas que lucram com o vício, a ilusão e o endividamento.É uma contradição profunda: um banco público de fomento social convertendo-se em operador digital de jogos de azar, disse. Siga O TEMPO no Google e receba as principais notícias Procurada, a Caixa confirmou o plano, mas não deu mais detalhes. 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Trata-se de um movimento contraditório, perigoso e profundamente irresponsável vindo de uma instituição pública, que nasceu para promover o desenvolvimento social, a habitação popular e a inclusão financeira, e não para explorar o vício e a vulnerabilidade econômica da população mais pobre, afirmou a senadora na ocasião. Segundo dados da consultoria Regulus Partners, divulgados pela BBC News Brasil, empresas de apostas online devem faturar US$ 4,139 bilhões no Brasil em 2025, o que coloca o país como quinto maior mercado do mundo para o setor. Confira a íntegra da nota de repúdio do Idec. É inaceitável que a mesma plataforma que deveria estimular a poupança e o crédito responsável se transforme em isca para o endividamento e a ludopatia. Para o Idec, a decisão da Caixa Econômica Federal de lançar uma plataforma de apostas online deveria causar mais do que estranhamento, deveria causar repúdio. A instituição simboliza a presença social do Estado brasileiro, agora se coloca no mesmo mercado de empresas que lucram com o vício, a ilusão e o endividamento. É uma contradição profunda: um banco público de fomento social convertendo-se em operador digital de jogos de azar. A Caixa não é um banco qualquer. Ela é a guardiã do FGTS, a gestora do Bolsa Família, o agente financeiro da habitação popular e do Seguro-Desemprego, entre outros programas. Sua missão institucional é promover inclusão, cidadania e desenvolvimento. Ingressar em um setor mal regulado, socialmente danoso e pouco fiscalizado quanto o das apostas online é negar essa missão em nome da arrecadação e inverter o princípio de que um banco público existe para proteger o cidadão, não explorá-lo. O impacto dessa decisão vai além da simbologia. Em todo o país, as casas lotéricas enfrentam dificuldades e risco de fechamento, justamente quando o governo decide priorizar plataformas digitais. Ao esvaziar essa rede e substituí-la por um aplicativo de apostas, a Caixa abandona os consumidores mais vulneráveis, aqueles que dependem do atendimento humano e da estrutura territorial do banco. Enquanto isso, aposta no público conectado e no seu desejo de ganhar fácil. Mas o que a instituição apresenta como inovação tecnológica é um retrocesso ético. Ao oferecer o jogo sob seu próprio nome e marca, a Caixa legitima o azar como produto estatal, emprestando-lhe o selo de credibilidade que o mercado privado jamais teria. O que era vício vira entretenimento, o que era risco financeiro vira oportunidade. Um banco público que incentiva o jogo é como um hospital que vende cigarro: contradiz sua própria razão de existir. É inaceitável que a mesma plataforma que deveria estimular a poupança e o crédito responsável se transforme em isca para o endividamento e a ludopatia. A Caixa Econômica Federal precisa decidir quem quer ser: instrumento de cidadania e desenvolvimento, ou um operador de apostas digitais a serviço do lucro fácil. Não há conciliação entre esses dois papéis. Como entender que a Caixa pretenda competir com instituições privadas de jogos de azar para aumentar receitas, deixando de ser um banco de fomento social, aliado da cidadania, para se converter em um operador digital de apostas guiado por metas de lucro e desconectado de sua base social? O Idec defende uma regulamentação mais rigorosa e maior fiscalização dos jogos de azar, e não o apoio de um banco público para endividar ainda mais os consumidores. Em um país com tantas desigualdades e tão pouca confiança nas instituições, o dever de um banco público é reafirmar o valor do serviço social, não o do jogo. Apostar no azar pode render receita, mas apostar contra o próprio povo é perder a alma pública que sempre deu sentido à Caixa Econômica Federal. 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07 / LEITURA
Ferramentas de autoexclusão
Vale lembrar que, para aqueles que percebem que as bets estão afetando sua vida de forma negativa ou mesmo se tornando um vício, a SPA recomenda utilizar o sistema centralizado de autoexclusão dos sites.
Trata-se de uma ferramenta desenvolvida pela Secretaria, que bloqueia o acesso a todas as casas de apostas por um mês. Isso possibilita ao apostador retomar o controle da situação, prevenindo danos financeiros e à saúde mental, inclusive.
Para usar o sistema de autoexclusão, é preciso acessar o seu perfil na plataforma Gov.br e escolher o prazo (determinado ou indeterminado) para ficar fora do acesso às bets e, depois, aceitar os termos do sistema.
Trata-se de uma ferramenta desenvolvida pela Secretaria, que bloqueia o acesso a todas as casas de apostas por um mês. Isso possibilita ao apostador retomar o controle da situação, prevenindo danos financeiros e à saúde mental, inclusive.
Para usar o sistema de autoexclusão, é preciso acessar o seu perfil na plataforma Gov.br e escolher o prazo (determinado ou indeterminado) para ficar fora do acesso às bets e, depois, aceitar os termos do sistema.
Para consultar
Perguntas frequentes
Meu saque foi recusado. O que fazer?
Se o seu saque foi recusado a melhor solução é procurar o suporte ao cliente oferecido por todas as casas de apostas que recomendamos. O suporte funciona via chat, telefone ou e-mail. Um dos motivos mais comuns de reprovação de saques é a verificação da conta. Certifique-se que você enviou todos os documentos de verificação solicitados pela casa de aposta. Outro motivo que com frequência implica em reprovação de saque é o Rollover. Leia atentamente as regras e certifique-se que o rollover foi cumprido. Nós temos um artigo completo sobre o Rollover.
08 / LEITURA
Conclusão
Os sites de olympis scan de depósito mínimo também vêm conquistando espaço porque permitem começar com valores baixos, ideal para quem quer testar a plataforma sem arriscar muito. Além disso, muitos ainda oferecem bônus iniciais que ampliam o saldo logo de cara. Isso deixa as apostas mais acessíveis e atrai tanto novatos quanto jogadores que preferem dar os primeiros passos com cautela. Visite o site